Exames de Pré-Natal

Exames de Pré-Natal

A) Exames Laboratoriais de Rotina
  1. Tipagem sanguínea
  2. Hemograma completo
  3. Urina tipo I  e Urocultura com antibiograma
  4. Sorologia
  5. Parasitológico de fezes
  6. Teste de rastreamento de diabetes
  7. Cultura para Estreptococcus agalactie
B) Exames de Ultra-sonografia
  1. Ultra-sonografia no início da gravidez
  2. Translucência Nucal e Osso Nasal
  3. Ultra-sonografia Morfológica
  4. Ultra-sonografia Tridimensional
  5. Perfil Biofísico Fetal
  6. Cardiotocografia computadorizada
  7. Dopplerfluxometria
  8. Avaliação do colo uterino
C) Exames de Genética
  1. Biópsia de Vilo Corial
  2. Amniocentese
  3. Cordocentese 
D) Novidades (Biologia Molecular)

  1. Sexagem Fetal
  2. Rastreamento bioquímico de cromossomopatias no primeiro trimestre: PAPP-A e beta-HCG
  3. Genotipagem do Rh fetal pela amostra de sangue materno
  4. PCR em tempo real quantitativo
  5. FISH para diagnóstico rápido de cromossomopatias


A) Exames de Rotina

  1. Tipagem sanguinea
O aspecto importante da tipagem sanguinea é quanto ao sistema Rh. Sabe-se que  este sistema é positivo na maioria das mulheres, cerca de 90%. Assim, em 10% das mulheres com tipagem rh negativa. Se o marido for também Rh negativo, o bebe será com certeza Rh negativo e não haveria uma incompatibilidade entre a mãe e feto ou seja a possibilidade de doença hemolítica no Recém-nascido será nula. No entanto, quando o marido for Rh positivo, existe uma chance de 50% do feto ser Rh positivo, daí existir a possibilidade de sensibilização da mãe pelas células fetais rh positiva. Quando ocorre a sensibilização,  a mãe começa a produzir anticorpos que atravessam a placenta e causam anemia fetal porque estes anticorpos se ligam as hemácias Rh positivas do feto causando a sua destruição.
A sensibilização ocorre mais no momento da dequitação, isto é separação da placenta logo após o parto. Assim, a primeira gestação de mulher rh negativa raramente traz prejuízos ao feto. No entanto, na segunda gestação, as complicações podem ser graves. Daí a importância de profilaxia de sensibilização contra células rh positivas através de vacinas anti-rh, que impedem que a mãe seja sensibilizada logo após o parto. O ideal é que a vacina seja administrada logo após o parto.
Uma outra indicação da vacina anti-rh é em casos de hemorragias durante a gestação, após procedimentos invasivos como a biopsia de vilo corial, amniocentese e outros procedimentos que podem ocasionar a hemorragia feto-materna assim como deve-se vacinar após abortos, gestação molar e gravidez ectópica.
  1. Hemograma Completo
O hemograma tem objetivo de avaliar o nível de hemoglobina, que deve estar acima de 10 g/dl , a quantidade total de leucócitos que deve ficar abaixo de 15.000 e as plaquetas acima de 100.000.
 
Pacientes com nível de hemoglobina abaixo de 10 g/dl  devem ser tratadas assim como níveis baixos de plaquetas requerem investigação imediata, pois as plaquetopenias podem ter origem imunológica e podem  comprometer o feto, causando fenômenos hemorrágicos. O limite superior de numero de leucócitos é maior que estado não gravídico, em vez de 10.000 a 11.000 , aumenta para 15.000. mais importante é a análise de formas jovens de leucócitos para se suspeitar de infecções.
  1. Urina Tipo I e Urocultura
A urina tipo I faz uma análise qualitativa quanto ao numero de leucócitos, hemácias e bactérias. Normalmente o numero de leucócitos na urina deve ser menor que 3.000/ml e o numero de hemácias menor que 1.000/ml. No entanto, nem sempre aumento no numero de leucócitos significa uma infecção urinária. Existem outras situações, como corrimento vaginal, que pode levar ao aumento de leucócitos.
Quanto ao aumento de hemácias, pode estar associado a infecção urinaria porem pode também ocorrer em casos de calculose ou hemorragias genitais.
A infecção urinária é suspeitada pelo aumento de leucócitos na urina e o diagnóstico de certeza é feito pela cultura das urinas que demora cerca de 48 a 72 horas. A cultura é considerada positiva frente ao achado de mais de 100.000 colonias de bactérias por ml. O microorganismo mais frequentemente encontrado (70%)  é a Eschericha Coli.
  1. Sorologia
A sorologia para as principais infecções congênitas é obrigatória, uma vez que nas gestantes susceptíveis é possível instituir medidas preventivas. Deve-se solicitar sorologia para toxoplasmose, rubéola, citomegalovirose, sífilis, AIDES e hepatite (A, B e C).
As gestantes imunes apresentam as imunoglobulinas do tipo IgG, enquanto que a  presença das imunoglobulinas do tipo IgM nem sempre significa infecção aguda, isto aquela que ocorreu durante a gravidez. Na maioria dos casos de IgM positiva trata-se cicatriz  sorológica , que pode persistir por um período de ate 12 a 18 meses após a fase água. Para diferenciar o IgM positiva indicativa de fase aguda da cicatriz sorológica, deve-se solicitar o Teste de Avidez, que quando menor que 30% significa infecção aguda e quando maior que 60% significa infecção crônica.
As sorologias devem ser solicitadas ainda no primeiro trimestre o quanto mais precoce possível.
  1. Parasitológico de Fezes
O exame de parasitológico de fezes faz-se necessária frente ao habito muito comum de comer fora de casa, onde nem sempre temos acesso as condições sanitárias do estabelecimento. Muitos dos agentes presentes nas fezes podem ser tratadas ainda na gravidez, especialmente aqueles organismos que podem determinar distúrbios de absorção e anemia materna.
  1. Rastreamento de Diabetes
Diabetes gestacional é a intercorrências clinica mais freqüente da gestação , comprometendo tanto a mãe como o feto. Sendo uma patologia totalmente controlável que permite evitar as complicações fetais, o seu rastreamento é obrigatório durante a gestação.
A forma mais aceita de rastreamento é o Teste de Tolerância Simplificada de Glicose, onde a grávida, entre 24 a 28 semanas de gestação, toma 50 gramas de frutose e colhe-se a glicemia 1 hora após. O Teste é considerado positivo quando maior ou igual a 140 mg/dl. É importante frisar que o teste positivo não significa Diabetes Gestacional pois requer um outro teste confirmatório, chamada GTT de 3 horas onde colhe –se a glicemia de jejum, toma-se 100 gramas de glicose e colhe-se mais 3 amostras  1, 2 e 3 hs após a ingestão. Portanto, o teste vai mostrar 4 valores de glicemia, onde tendo 2 ou mais  valores acima do limite é considerado diabetes gestacional.
  1. Estreptococcus Agalactie
A cultura de estreptococcus agalactie ao redor da 35 a semanas de gestação tem por objetivo identificar as grávidas portadoras desta bactéria no trato genital para que possam instituir medidas preventivas de septicemia neonatal. Durante o trabalho de parto ou antes da cesárea são administradas por via endovenosa doses elevadas de penicilinas.
A infecção neonatal por estreptococcus é extremamente grave, colocando o RN a um risco desnecessário, pois é totalmente evitável. As amostras devem ser coletadas da vagina e do orifício anal. Exame é tranqüilo e não causa complicações para a gestação.

B) Exames de Ultra-sonografia

  1. Ultra-sonografia obstétrica inicial
O  primeiro exame de ultra-sonografia deve ser solicitado entre 6 a 8 semanas, pois através deste exame é possível identificar a presença de saco gestacional na cavidade uterina, excluindo-se assim a prenhez ectópica, permite identificar o numero de embriões, a visualização dos batimentos cardíacos e a medição do embrião, particularmente a medida crânio-nadega, que permite datar a gestação com grande precisão.
  1. Translucência Nucal
O exame de translucência nucal associada a medida do osso nasal representa a forma mais eficiente de identificar as gestantes de risco para a síndrome de down. Em fetos com síndrome de down, a medida da TN é superior a 2,5 mm em 80% das vezes e o osso nasal encontra-se ausente ou muito pequeno ( < 1.3 mm) em 73% das vezes. No entanto, o achado de TN aumentada não significa necessariamente que o feto seja portador de síndrome de down, significa a necessidade de investigação de diagnóstico através de métodos invasivos como a biopsia de vilo corial ou amniocentese, quando a amostra fetal é utilizada para obtenção do cariótipo fetal.
Por outro lado, a normalidade da TN não significa que não haja risco de síndrome de down, significa apenas que a possibilidade de sua ocorrência é muito baixa.
A melhor forma de avaliar o risco de Síndrome de Down é através de software da “ Fetal Medicine Foundation” de Londres que faz uma analise comparativa dos dados obtidos com o banco de dado já existente. Este tipo de abordagem é a recomendada mais do que simples realização da medida. Para poder realizar o calculo do risco é necessário que o exame obedeça aos critérios de inclusão, assim , o exame deve ser realizado com a gestação de 11 semanas e 4 dias ate 13 semanas e 6 dias.
  1. Morfológico Fetal
A ultra-sonografia morfológica tem como objetivo a identificação de anomalias estruturais nos fetos. Deve ser solicitada entre 20 e 24 semanas idealmente. Em mãos experimentadas, o exame permite identificar cerca de 95% de anomalias. Não é possível a identificação de todas as anomalias, como seria ideal, pois as alterações muitas vezes surgem após a realização do exame.
  1. Ultra-sonografia Tridimensional
Os modernos equipamentos disponíveis atualmente, permitem obter as imagens do feto em 3D onde é realmente possível visualizar o feto mais próximo da realidade, em vez das imagens preto e branco, pouco compreensíveis aos leigos. As imagens 3D podem também auxiliar no diagnóstico de algumas anomalias fetais, principalmente as anomalias faciais e de extremidade, onde a sua visualização inclusive ajuda os pais a ter uma idéia real e não uma imagem fantasiada de um feto malformado, que na maioria das vezes é muito pior que a imagem real.
  1. Perfil Biofísico Fetal
O perfil biofísico fetal é um instrumento útil para averiguar a saúde fetal, particularmente útil na identificação de fetos que estejam tendo prejuízo de oxigenação. São avaliados 5 parâmetros: a) atividade cardíaca  b) liquido amniótico c) movimentos corpóreos d) tônus e) movimentos respiratórios. Cada parâmetro pode receber nota 2 ou 0, Nota 2 quando normal e Nota 0 quando alterado. Assim, o teste tem pontuação de vai de 0 , 2 , 4 , 6 , 8  e 10. Notas 8 e 10 significam fetos hígidos, enquanto que notas 4, 2 e 0 significam fetos com problemas de oxigenação e a nota 6 é uma situação suspeita que requer vigilância e repetição do exame.
Cardiotocografia Computadorizada

      A cardiotocografia avalia a vitalidade fetal através do comportamento da freqüência cardíaca. São analisados os seguintes parâmetros: a) freqüência basal  b) variabilidade  c) aceleração transitória d) desaceleração  e) variabilidade instantânea e f) episódios de grande variabilidade.
Os fetos normais, os bem oxigenados, apresentam uma freqüência basal entre 120 e 160 bpm, uma variabilidade de 10 a 25 bpm, presença de pelo menos 2 acelerações transitórias, que consiste na ascenção de 15 batimentos com duração mínima de 15 segundos, e ausência de desacelerações. O feto normal, na versão computadorizada do método, apresenta uma variabilidade instantânea  maior que 4 milisegundos.
Em fetos com prejuízo de oxigenação, apresentam uma freqüência basal aumentada ( > 160 bpm), uma variabilidade reduzida ( < 10 bpm), não apresentam acelerações transitórias e sim as desacelerações.
  1. Dopplerfluxometria Fetal
Uma outra forma de avaliar a vitalidade fetal é através do padrão de distribuição do fluxo sanguineo. Em fetos com problemas de oxigenação, instala-se um padrão denominado de Centralização, onde ocorre uma vasodilatação cerebral em detrimento de vasoconstrição periférica e visceral. Os vasos avaliados são artéria cerebral media e artéria umbilical. Em casos de centralização existe uma queda da resistência cerebral e um aumento da resistência umbilical, por outro lado, em situações de normalidade, ocorre um aumento da resistência cerebral e redução da resistência umbilical.
O Doppler do ducto venoso é importante pois avalia a capacidade contrátil do coração. Em fetos com distúrbios de oxigenação , o prognostico é ainda pior quando houver uma falência cardíaca, e nesta situação o Doppler do ducto venoso apresenta uma Onda A reversa. Por outro lado, em casos de função cardíaca normal, a onda A é positiva.
O útero é irrigado por duas artérias uterinas, que tem principal objetivo a irrigação do território placentário. Assim, é possível averiguar o grau de transferência de alimentos e de gazes através da avaliação da resistências das artérias uterinas. Em casos onde o feto é pequeno ou a mãe é portadora de hipertensão , a resistência das artérias uterinas apresenta-se elevada.
  1. Avaliação do Colo Uterino
Um dos grandes desafios da obstetrícia moderna é a prematuridade. Apesar dos avanços, as medidas para conter a prematuridade ainda é ineficaz. Mais recentemente, no sentido de permitir um tratamento precoce, tem sido preconizado a medida do colo uterino, preferencialmente entre 20 e 24 semanas de gestação. O colo normal é aquele que mede mais que 2.5 mm enquanto que colos pequenos, os que medem menos que 2 mm, devem receber atenção redobrada, seja a realização de circlagem, que consiste  em fechar o colo através de pontos, ou pela utilização de medicamentos seja progesterona seja os beta-miméticos.

C) Exames Genética

O estudo genético, particularmente o cariótipo fetal, que consistem contar os cromossomos e avaliar as estruturas macroscopicamente, tem sido o exame mais utilizado para diagnostico de anomalias cromossômicas, especialmente a síndrome de down.
As células humanas normais apresentam 23 pares de cromossomos, totalizando 46. Na síndrome de down, existe um cromossomo a mais, existe uma trinca de cromossomo 21, totalizando 47 cromossomos. Figuras 9 cariótipo normal e cariótipo anormal)
Classicamente, as gestantes com mais de 35 anos são consideradas de risco para a síndrome de down. O risco de síndrome de down conforme a idade esta na tabela 1.
Os principais métodos para obtenção do material fetal para a obtenção do cariótipo fetal  são a biopsia de vilo corial, que consiste na retirada de pequena amostra da placenta através de agulha e um outro método seria amniocentese, que consiste em retirar amostra de liquido amniótico. Os métodos invasivos apresentam um risco médio de 1% de induzir abortamento, daí a sua indicação em apenas casos considerados de alto risco.
  1. Biopsia de Vilo Corial
O exame de biópsia de vilo corial consiste em retirar uma pequena amostra da placenta através de uma agulha  que é introduzida pelo abdome materno, sob orientação ultra-sonografica. Utiliza-se anestesia local , não é necessário preparo especial, a duração do exame é de 1 a 5 minutos em mãos experientes. A melhor época para a sua realização é entre 11 e 14 semanas de gestação. Requer 1 dia de repouso após o procedimento. Algumas pacientes podem sentir cólicas uterinas e até sangramento genital. O resultado é fidedigno , sendo necessária repetição do exame em cerca de 3% dos casos ( 2% por mosaicismo e 1% por falha de cultura).  Em pacientes com tipagem Rh negativa, é necessária fazer a profilaxia contra a sensibilização ao fator Rh através de vacina anti-D, que pode ser ministrada até 1 semana após o procedimento. A vacina só é dispensada quando a grávida e o esposo forem ambos Rh negativos. O resultado de cariótipo costuma demorar de 7 a 14 dias, sendo em média 10 dias. O resultado é considerado normal quando obtivermos 46 cromossomos, expressos da seguinte forma: feto do sexo masculino e normal ( 46, XY) ou feto do sexo feminino e normal ( 46, XX). Nos casos de síndrome de Down, há um cromossomo a mais no par 21, assim, a notação é feita da seguinte forma:  a) feto com síndrome de down e do sexo masculino: 47, XY, +21    b) feto com síndrome de Down e do sexo feminino: 47, XX, + 21
  1. Amniocentese
A amniocentese consiste em retirar uma amostra de liquido amniótico através de uma agulha que é introduzida pelo abdome materno, sob orientação ultra-sonografica. Geralmente é realizado sem o uso de anestésico local. Cerca de 20 ml de liquido amniótico são retirados através de seringa. Não há necessidade de preparo especial, sendo orientado par ter repouso de 1 dias após o procedimento. Algumas gestantes podem apresentar cólicas ou sangramento após o procedimento, no entanto, são ocorrências muito raras. Em alguns casos , podem ocorrer perda de  liquido amniótico após a punção, que na maioria das vezes acabam por resolver espontaneamente em prazo de 2 a 6 semanas. O resultado do cariótipo é um pouco mais demorado, cerca de 15 dias. O índice de repetição é menor , cerca de 1,2% ( 0,2% de mosaicismo e 1% de falha de cultura). Os mesmo cuidados devem ser tomados em relação ao fator Rh, já discutidos na biopsia de vilo corial.
  1. Cordocentese
A cordocentese consiste em puncionar o vaso do cordão umbilical, de preferência a veia umbilical, com intuito de retirar uma amostra de sangue fetal para fins de obtenção do cariótipo fetal em curto prazo de tempo, cerca de 3 a 5 dias. Esta indicado quando existe uma certa urgência em obter o cariótipo para fins de tomada de conduta. O procedimento é possível de ser executado com segurança a partir de 18 semanas de gestação.O risco de complicações na cordocentese é 2% em mãos experientes, portanto,  maior que a biópsia de vilo corial e amniocentese. Uma das principais indicações da cordocentese é a cariotipagem rápida frente ao achado de malformações fetias na segunda metade da gestação.

D) Novidades

  1. Sexagem Fetal
  2. Rastreamento bioquímico de cromossompatias no primeiro trimestre através da dosagem no sangue materno de PAPP-A e fração livre de beta-HCG
  3. Genotipagem Rh
  4. FISH
  5. PCR em Tempo Real

RDO Diagnósticos Médicos

A RDO conta com a mais alta tecnologia em equipamentos de última geração, aliada a uma capacitada equipe médica multidisciplinar especializada, abrangendo as áreas de Medicina Diagnóstica da Imagem, Medicina Fetal e Medicina Genética, além da Medicina Laboratorial e Imunologia. Um ambiente agradável, que nos diferencia desde o primeiro contato até o encaminhamento ao profissional solicitante.

Todos os aspectos da concepção da RDO foram minuciosamente pensados e projetados para a conveniência de todos, proporcionando um clima de descontração e segurança, com a certeza do melhor diagnóstico e atendimento. 

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Fuja das estrias pós gravidez

Fuja das estrias pós gravidez

As estrias são uma das alterações dermatológicas mais temidas pelas mulheres e que acompanham geralmente a gravidez. As estrias nada mais são do que cicatrizes ocasionadas pelo rompimento das fibras elásticas e de colágeno, geradas por estiramento excessivo ou rápido da pele e por mudanças hormonais. E todos esses fatores ocorrem no período da gestação.

Um fator determinante no aparecimento das estrias é a hereditariedade; de 70% a 90% das gestantes terão uma marquinha esbranquiçada depois das quarentas semanas da gestação. Infelizmente essas marcas horrorosas na pele são algo comum após a gravidez.
É sabido que vovós, amigas ou conhecidas que já tiveram seus bebês sempre têm uma boa “receitinha” para que a futura mamãe se proteja contra as temidas estrias. Uma dessas dicas é a aplicação de manteiga de cacau no abdômen, seios e coxas, regiões mais afetadas por essas marquinhas.
Um estudo que acompanhou 175 mulheres durante a gravidez indica que esse conselho da manteiga não é eficaz. Algumas mulheres do estudo aplicaram manteiga de cacau no corpo e outras apenas um placebo, isto é, uma substância que não tem efeito algum. Foi concluído que a aplicação de manteiga de cacau não garantiu a prevenção de estrias se comparado às mamães que não usaram essa substância.
Conselhos para minimizar a estria - A vitamina E é uma das substâncias que mais tem eficácia na prevenção das estrias. Outro estudo realizado com 100 mulheres grávidas e publicado no "The Cochrane Database of Systematic Reviews" relata que as mulheres que usaram o hidratante contendo alfatocoferol (vitamina E) desenvolveram menos estrias do que as outras.
Durante a gravidez, o ideal é engordar somente o recomendado para evitar o excessivo estiramento da pele. Beba muita água. Hidratar a pele por dentro também é essencial. O “efeito sanfona” no corpo é extremamente maléfico, sendo um prato cheio para o surgimento de estrias.
Outra recomendação importante, mamãe: cuidado ao utilizar o hidrante nos seios, pois é uma região sensível e os mamilos estão se preparando para a amamentação. O uso do hidratante pode deixá-los com a pele mais fina podendo ser causa das rachaduras durante a amamentação.
Dicas
Para qualquer substância que queira passar na sua pele durante a gravidez consulte seu médico para que avalie se será bom para você e o bebê.
Os tratamentos dermatológicos depois da gravidez têm o objetivo de amenizar as cicatrizes. Prevenir sempre é o melhor remédio.
Os tratamentos devem ser indicados por profissionais especializados e a maior parte deles só poderá ser realizado após o período de amamentação

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Estrias na gravidez: como vencer essa guerra

Estrias na gravidez: como vencer essa guerra

Chega a época da gravidez e eis que surgem vilões para atormentar a vida da mamãe: as estrias. São temidas pela grande maioria das futuras mamães e se instalam principalmente na região abdominal e dos seios.

O bom é saber que tem como reduzir ou até prevenir o aparecimento das estrias, desde que haja cuidados na pele antes, durante e depois da gestação.
As estrias, explica a fisioterapeuta Renata Silvestrin, são cicatrizes ocasionadas pelo rompimento das fibras elásticas e de colágeno geradas por estiramento excessivo ou rápido da pele e por mudanças hormonais que acontecem durante a gravidez.
Mulheres que tem mães ou avós com estrias ou que tiveram durante a gravidez estão mais propensas ao aparecimento dessas pequenas cicatrizes.
O estiramento excessivo ou rápido da pele pode ocorrer durante a gravidez com um grande aumento de peso e esse é o motivo principal do aparecimento das estrias, principalmente aliado com o fator hereditário.
"Com o rompimento das fibras, o sangue inunda a região, formando uma pequena cicatriz avermelhada e com o passar do tempo se tornam mais claras e mais difíceis de serem tratadas", conta Renata Silvestrin.
Cuide bem da pele e controle o peso - A pele tem que estar hidratada para que as fibras de colágeno e elastina agüentem a pressão que o crescimento da pele faz durante a gravidez, principalmente na região da barriga e seios. Produtos que contenham em sua fórmula uréia (máximo 3%), lactato de amônia, colágeno, elastina, vitamina E e óleos vegetais são recomendados antes da gravidez e durante a gravidez.
Mulheres com predisposição ao aparecimento das estrias podem diminuir o rompimento das fibras, mas dificilmente irá evitá-las totalmente. As que não têm esse histórico podem até se privar da convivência com essas cicatrizes.
Durante a gravidez, o ideal é engordar somente o recomendado, isto é, até 12 quilos durante os nove meses para evitar o excessivo estiramento da pele. O uso dos hidrantes deve continuar ou ser começado assim que souber da gravidez pelo menos duas vezes por dia, de manhã e à noite.
Cuidado ao utilizar o hidrante nos seios: a região dos mamilos deve ser evitada, pois estão se preparando para a amamentação e o uso do hidratante pode deixá-los com a pele mais fina e sensível podendo ser causa das rachaduras durante a sucção do bebê quando nascer.
"Nutrindo e hidratando a pele antes e depois da gravidez e não engordando demais durante a gestação são atitudes essenciais para alguns tratamentos em clínicas estéticas e dermatológicas pós-gravidez e até pós-amamentação que podem melhorar e muito o aspecto das estrias que aparecerem durante o período da gestação", informa a fisioterapeuta.
Os tratamentos devem ser indicados por profissionais especializados e a maior parte deles só poderá ser realizado após o período de amamentação. O objetivo é estimular a produção de novas fibras de colágeno e elastina na região das estrias deixando-as mais finas e menos aparentes.
Escolha boas roupas - As roupas íntimas devem ser confortáveis, ajudando na prevenção das estrias. Os sutiãs devem ser reforçados, suportando o crescimento e o peso que aumentam significativamente durante a gestação.
Dicas
Mesmo para passar na sua pele um hidratante que já conhece e já usou, a mamãe deve procurar o seu médico para saber se há alguma substância na sua fórmula que possa prejudicar o desenvolvimento da gravidez.
Não há milagre, não há cura. O bom é prevenir. Os tratamentos têm o objetivo de amenizar as cicatrizes.
Engordar demais durante a gravidez é prejudicial para a saúde da mulher, do bebê e para a aparência estética da mamãe, como o aparecimento das estrias.

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Preparativos para o Parto

Preparativos


Lista de Procedimentos
O que levar para a maternidade?
O que deve ser levado ao Hospital no momento da internação?
A sacola da mamãe e do bebê devem ser preparadas desde o 7º mês de gestação
Sacola da mamãe
01 - pacote de absorvente próprio para o pós-parto
01 - chinelo de quarto
03 - jogos de camisolas que sejam de fácil manejo para a mamentação
06 - calcinhas de tamanho maior do que usava antes de engravidar
01 - cinta pós-parto
01 - roupa para o dia de alta
02 - sutiãs de amamentação
- protetores de seios
- máquina fotográfica
- produtos de higiene íntima: escova de dentes, escova de cabelos, shampoo, sabonete, creme dental, toalhas...

Sacola do bebê
01 - creme para prevenção de assaduras
01 - pacote de fralda descartável (tamanho recém-nascido)
03 - conjunto pagão com calça
03 - conjunto de lã de acordo com o clima
03 - macacão de recém-nascido
02 - lençol de bercinho
01 - manta (de acordo com a estação)
06 - fraldas de pano (brancas, sem pintura)
01 - escovinha macia para cabelos
02 - sapatinhos e luvas de lã (no frio)
- lembrancinhas
- enfeite de porta

Esta é a lista mínima, fica a critério de cada um o que desejar levar a mais.
Documentos
- RG da paciente
- Carteira de convênio (caso tenha convênio, o Hospital exige na internação)
- CIC e RG do marido (ou acompanhante)
- Guia de internação (informe-se junto ao seu convênio se pode ser fornecida antes do parto, pois facilita muito no momento de internar).

OBS.: Parto é sempre urgência. Caso você se apavore, já saiu de casa e depois viu que esqueceu tudo, relaxe. Vá em frente. Leve sua esposa até o hospital e converse com a recepção. Enquanto ela está sendo atendida e você está assinando uma nota promissória, por exemplo, e um pouco mais tranqüilo, você volta e busca o que esqueceu.

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DESENVOLVIMENTO DO BEBÊ

DESENVOLVIMENTO DO BEBÊ
DURANTE A GRAVIDEZ NORMAL
    Até 4 semanas
• Fecundação: penetração do espermatozóide no óvulo.
• Início da divisão celular.
• Chegada do ovo ao útero (7dias).
• Fixação do ovo na cavidade uterina (10 dias).
• Início da diferenciação celular para a formação do
saco amniótico, saco vitelino, placenta e bebê.
• Comprimento aproximado de 2 milímetros.

    De 4 a 8 semanas
• Desenvolvimento do embrião: formação do sistema nervoso central, coluna vertebral, pulmões, aparelho digestivo, fígado e rins, com separação das cavidades torácica e abdominal.
• Formação da cabeça, pescoço e membros, inclusive dedos das mãos e dos pés.
• Início da definição das narinas, lábios, língua e mandíbula.
• O coração começa os batimentos.
•Os olhos possuem retina e visão.
•Peso ao redor de 10 gramas e comprimento de 2,5 centímetros.

   
    De 8 a 20 semanas
• Órgãos vitais formados e aparência humana definida: feições, nariz, ouvidos, genitais e dedos, inclusive impressões digitais.
• Todos os sistemas funcionando; nervos e músculos sincronizados.
• Bebê passa a ser conhecido como feto.
• Aparecimento do lanugo, cabelos, sobrancelhas, cílios e das unhas.
• Placenta e cordão umbilical em plena atividade de nutrição e excreção.
• Peso aproximado de 250 gramas e metade do comprimento ao nascer (ao redor de 25 centímetros).

    De 20 a 32 semanas
• Diminui um pouco o ritmo de crescimento.
• Endurecimento do esqueleto.
• Início da formação de tecido adiposo sob uma pele recoberta por uma substância cremosa.
• Rosto inteiramente formado.
• Reação a ruídos externos.
• Cavidade uterina totalmente ocupada.
• Em caso de parto prematuro, ao final deste período, 70% de chance de sobrevivência, sob cuidados adequados.
• Peso próximo de 1.700 gramas (1,7 kg) e comprimento de 40 centímetros.

    De 32 a 40 semanas
• Maturação final dos órgãos.
• Função pulmonar que possibilita respiração autônoma.
• Aumento do tecido adiposo e forma corporal definida.
• Queda da maior parte do lanugo.
• Peso cerca de 8 vezes maior do que ao redor do 3º mês.
• Movimentação mais espaçada e mais vigorosa.
• Crescimento aumentado das unhas.
• Peso em torno de 3 kg e comprimento de 50 centímetros.

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Ginastica em casa


Alguns exercícios para manter o corpo em forma
1. AgachamentoEm pé, coluna recta e pés levemente virados para fora da linha das pernas, mantenha uma barra (pode ser um cabo de vassoura) apoiado nos ombros para ganhar equilíbrio. Realize o agachamento. Dica: podes adaptar caneleiras no cabo de vassoura para aumentar a resistência do exercício.
›Músculos envolvidos – quadríceps e internos da coxa
›3 séries de 15 repetições












2. StepUse algum suporte, como uma caixa resistente de madeira, que aguente o seu peso e cuja altura não ultrapasse a metade de sua canela, para realizar o exercício. Como se fosse subir uma escada, eleve o pé direito em cima da caixa e suba no degrau. Retorne à posição inicial e repita o movimento sempre com a mesma perna direita. Depois, inverta para realizar a movimentação com o lado esquerdo.
›Músculos envolvidos – anteriores
da coxa
›3 séries de 10 repetições para cada perna


















3. Evolução de perna
Use o mesmo objeto ou caixa do exercício anterior. Em posição de corrida, mantenha a perna esquerda ao lado do obstáculo. Lance a perna direita por cima da caixa, fazendo a elevação do joelho como se fosse realizar uma passada gigante e complete a passada.
Dica: esse exercício lhe dará estabilidade e força para realizar os trabalhos solicitados numa corrida de aventura. Caso queira aumentar a resistência, use uma caneleira de pesos.
›Músculos envolvidos – coxa e fortalecimento do quadril
›3 séries de 15 repetições para cada perna










4. Quatro apoios
Adopte a posição de quatro apoios, com a coluna recta e realize a elevação do quadril.
›Músculos envolvidos – glúteos, bastante exigidos nas subidas da aventura
›3 séries de 12 repetições para cada perna












5. Flexão de braço
Deitado de barriga para baixo, mantenha as mãos um pouco afastadas da largura do ombro e realize a flexão de cotovelos. Dica: para facilitar, você pode fazer essa flexão mantendo os joelhos no solo. Se tiver mais bem condicionado, realize o exercício com a ponta dos pés apoiada.
›Músculos envolvidos – peitoral
›3 séries de 10 repetições













6. Mergulho
Como se fosse realizar uma flexão de braços, mas com os glúteos elevados, realize um mergulho atirando o peito para baixo e depois retornando à posição inicial. Dica: procure passar bem rente ao solo.
›Músculos envolvidos – peitoral
›3 séries de 10 repetições















7. TrícepsTrata-se da mesmo posição da flexão de braço. Porém, desta vez, as mãos estarão justamente na altura dos ombros, para trabalhar um músculo diferente.
›Músculos envolvidos – tríceps
›3 séries de 10 repetições














8. Evolução para braçosDe pé com os cotovelos estendidos, segure uma barra ou o cabo de vassoura. Realize a flexão de cotovelos e na sequência eleve a barra acima da cabeça. Dica: use uma caneleira no cabo de vassoura para aumentar a resistência do exercício.
›Músculos envolvidos – bíceps e ombros
›3 séries de 10 repetições




















9. Abdominal recto
Deitado em decúbito dorsal, com as pernas flexionadas, realize o abdominal sem tirar totalmente as costas do chão.
›Músculos envolvidos – abdominais rectos






10. Abdominal oblíquo Em decúbito dorsal, com um cotovelo flexionado, uma mão a apoiar a cabeça e outra apoiada no chão, com uma perna flexionada cruzando sobre o joelho, execute uma flexão de coluna, levando o cotovelo flexionado em direção ao joelho da perna que está flexionada. O sentido é diagonal (oblíquo).
›Músculos envolvidos – abdominais oblíquos
›3 séries de 20 repetição para cada lado
















11. Lombar
Em decúbito ventral, mantenha joelhos e braços estendidos. Eleve simultaneamente quadril e tronco, tirando pernas e braços do chão.
›Músculos envolvidos – lombares
›3 séries de 15 repetições






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Exercícios para diminuir 2 números do manequim - CLAUDIA

Exercícios para diminuir 2 números do manequim - CLAUDIA

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Desenvolvimento fetal


Desenvolvimento fetal

Clique na semana que preferir e veja uma imagem interativa com informações sobre o desenvolvimento do bebê dentro da barriga.


O começo de tudo
O encontro do óvulo com o espermatozoide acontece sem que você perceba. Sintomas da gravidez só vão aparecer cerca de duas semanas depois.

Primeiro trimestre
Os três primeiros meses da gestação são marcados pela formação de praticamente todos os órgãos do bebê. Ele passa de uma bolinha de células a uma miniatura de ser humano.


Segundo trimestre
Os bebês já possuem suas próprias impressões digitais, diferentes para cada pessoa. Começam a engolir o líquido amniótico e a urinar. Os órgãos sexuais já são visíveis pelo ultrassom.


Terceiro trimestre
Seus bebês já abrem os olhos, e têm até cílios. A pele vai se desenrugando, conforme ficam mais gordinhos. Podem chupar o dedo e dá para perceber quando eles têm soluço.

 

 

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Decoração de quarto infantil

Decoração para quarto de meninos


Arca de Noé





Listrinhas em Azul

















Azul com Bichinhos




Verde com amarelinho


Verdinho





Tons Madeira








Amarelinhos



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